Logo no início da sessão, Lewandowski disse que não iria além do voto parcial do relator Joaquim Barbosa. “Não falarei de nenhum outro réu, pois, dessa forma, estaria passando o relator e, assim, ferindo o que tem no Artigo 135 do Regimento Interno [do STF]”. O ministro adiantou, no entanto, que começaria pelo item que trata dos desvios no Banco do Brasil e, não, pelos desvios na Câmara dos Deputados, como optou Barbosa.
Na terça-feira, ao participar de evento no Superior Tribunal de Justiça (STJ), Lewandowski disse que seu voto levaria até uma sessão e meia para ser concluído. Depois dele, votam, pela ordem de antiguidade no Tribunal, os ministros Rosa Weber; Luiz Fux; José Antônio Dias Toffoli; Cármen Lúcia; Cezar Peluso; Gilmar Mendes; Marco Aurélio Mello; Celso de Mello e Carlos Ayres Britto, o presidente do STF.
Ainda há dúvida se o ministro Cezar Peluso adiantará seu voto, falando logo após o revisor. Peluso aposenta-se compulsoriamente no dia 3 ao completar 70 anos, e sua última sessão na Corte será no próximo dia 30 de agosto.





