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Saúde

VR tem baixa procura por testes rápidos de sífilis e hepatite

05/12/2019 18:09:30

Levantamento realizado pela Secretaria de Saúde dee Volta Redonda identificou que a procura pelos testes rápidos de sífilis e de hepatite B e C, ofertados durante a campanha do último dia 30 de novembro ficou abaixo da esperada.

Dos 500 testes rápidos de HIV oferecidos pela rede pública, apenas 365 foram realizados. Essa realidade não é diferente para os testes de sífilis, com 365 realizados, dos 499 disponibilizados para a campanha. Já dos 502 testes de hepatite B e C ofertados, foram realizados 357 e 365, respectivamente.

Durante todo o ano, as 46 unidades básicas de saúde realizam o teste rápido para HIV, sífilis e hepatite B e C, os mesmos disponibilizados no Dia D. Os testes de HIV podem ser realizados também do Centro de Doenças Infecciosas (CDI), que fica na Rua Dionéia Faria, no bairro Aterrado, das 7h às 16h.

A coordenadora de Divisão de Atenção Básica, Jussara Moreira de Oliveira, ressalta que em todas as unidades as pessoas são estimuladas a fazerem os testes rápidos. “Temos todo um manejo técnico para mostrar para o usuário o quanto é importante a prevenção. Muitos ainda recusam fazer esses exames. Para conseguir uma maior adesão, deixamos o usuário à vontade para fazer o teste em qualquer unidade de saúde e não somente na mais próxima da sua residência”, disse a coordenadora.

Ela esclarece que ainda existem muitos tabus. “Apesar da intensa divulgação, mostrando a importância de se fazer estes testes, uma fração da população se mostra muito resistente ainda. É preciso lembrar que esses resultados não sigilosos e os pacientes não precisam se preocupar com isso”, lembrou a coordenadora.

O secretário de Saúde, Alfredo Peixoto, explica que os testes rápidos são práticos e de fácil execução. “Eles podem ser realizados com a coleta de uma gota de sangue ou com fluido oral, e fornecem o resultado em, no máximo, 30 minutos”.

O estímulo à testagem rápida faz parte das estratégias para intensificação da procura, para que todas as pessoas com HIV saibam que têm o vírus e recebam a terapia antirretroviral. Além disso, para que os pacientes que estão em tratamento possuam carga viral indetectável e não mais possam transmitir o vírus. 

“Para alcançar nosso objetivo precisamos do envolvimento dos profissionais de saúde e da população em geral. Ainda existe um número importante de pessoas infectadas pelo vírus HIV que não conhecem o seu perfil sorológico, por isso, a realização dos testes é imprescindível para todos”, acrescentou o secretário.

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