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Saúde

Volta Redonda não tem casos de sarampo desde 2013

23/07/2019 20:09:21

A confirmação pela Secretaria estadual de Saúde de um surto de sarampo em Paraty e as notícias do aumento de quase 1.000% dos casos registrados em São Paulo estão preocupando moradores de Volta Redonda, temerosos de que a doença possa se espalhar por outras cidades da região. Entretanto, segundo a Secretaria de Saúde de Volta Redonda esclareceu nesta terça-feira que não há motivo de preocupação: desde 2013, a cidade não registra nenhum caso da doença e nem há casos suspeitos notificados até agora.

Além disso, as doses da vacina estão sendo administradas normalmente nas unidades de saúde como parte do calendário vacinal para crianças, adultos e profissionais de saúde.

- Não há motivo para pânico. Importante é o cidadão levar a caderneta de vacinação à unidade de saúde do seu bairro e verificar sempre se há necessidade de atualização – orientou o prefeito Samuca Silva.

De acordo com a coordenadora da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Saúde, Milene de Souza Silva, a proteção contra o sarampo faz parte das vacinas Tríplice Viral e Tetra Viral, disponíveis conforme calendário de vacinação do Ministério da Saúde para crianças entre 12 e 15 meses. Devem ser vacinadas as crianças a partir de 1 ano e adultos de até 49 anos que não tenham sido imunizados.

Aqueles que tomaram as duas doses da vacina não precisam ser vacinados novamente.

- Acima dos 49 anos, o Ministério da Saúde entende que se a pessoa foi vacinada através de campanhas ou doses de rotina, e não guardou o cartão ou que já teve contato prévio com a doença, desenvolveu a imunidade. Portanto, na faixa etária acima dos 50 anos o Ministério não indica a vacinação. A vacina também não pode ser administrada em gestante e nem em conjunto com a da febre amarela. Deve haver um intervalo de 30 dias entre as duas vacinas – explicou a coordenadora.

O secretário municipal de Saúde, Alfredo Peixoto, ressaltou que o município administra a vacina triviral de acordo com o calendário estabelecido pelo Programa Nacional de Imunização. “As pessoas podem procurar as unidades de saúde com tranquilidade. Estamos ministrando rotineiramente as doses da vacina que recebemos mensalmente”.

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