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Educação

Volta Redonda adere a protesto nacional desta 4ª feira

Secretaria confirma que escolas municipais serão afetadas

14/05/2019 22:00:37

A mobilização de estudantes e sindicatos em dezenas de cidades do Brasil, marcada para esta quarta-feira, em protesto contra os cortes do governo federal na Educação e a reforma da Previdência, vai causar reflexos nas creches e escolas municipais de Volta Redonda. Levantamento feito pela Secretaria Municipal de Educação na tarde desta terça indica que, das 35 creches mantidas pela prefeitura, 18 terão paralisações parciais. Nas escolas do ensino fundamental, foi identificado que 13 dos 40 estabelecimentos de ensino poderão ter as atividades afetadas. No ensino fundamental II, três escolas das 13 da rede pública poderão paralisar parcialmente suas atividades.

Os estabelecimentos onde profissionais deverão aderir ao movimento nacional não foi informado, mas diretoras das escolas ou creches teriam avisado aos pais.

De acordo com o Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação) Volta Redonda, o protesto nacional deixará sem aulas toda a rede

Estadual e universidades federais. Às 8 horas, haverá uma assembleia na Câmara de Volta Redonda dos profissionais da rede municipal, seguida de um ato em defesa da educação na Praça Sávio Gama, em frente ao Palácio 17 de Julho.

Na Vila Santa Cecília estão previsto uma feira de projetos da UFF (Universidade Federal Fluminense), a partir das 13 horas, e um ato unificado com a UFF e o IFRJ (Instituto Federal de Educação do Rio de Janeiro), a partir das 16 horas.

A União Nacional dos Estudantes (UNE) convocou o protesto em resposta aos cortes orçamentários realizados em universidades e institutos federais, e anunciou a realização de assembleias e atos "em salas de aula de todo o país". Centrais sindicais também decidiram protesta contra o projeto do governo de reforma da Previdência.

Estão previstos atos em 13 capitais e em mais de uma centena de outras cidades. Embora o alvo principal dos protestos seja a redução do orçamento disponível para as instituições federais de ensino, o Ministério da Educação tem sido foco de polêmicas desde o início do governo, em janeiro.

 

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