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Cidades

Rua em Volta Redonda segue interditada e moradores reclamam

Órgãos anunciam soluções que não são efetivadas

21/05/2019 16:13:38

Os moradores da Rua Arraial do Cabo, no bairro Siderlândia, em Volta Redonda, já não sabem mais a quem recorrer. Mais de um mês depois de um temporal atingir a cidade, causando transtornos em vários pontos, a rua continua interditada por uma grande quantidade de lama.

Eles estão se sentindo vítimas de descaso, com órgãos municipais empurrando um para o outro a responsabilidade de resolver o problema. “Ninguém resolve a situação”, diz o empresário Davi Marcos Ferreira, morador do local.

Quando a chuva ocorreu e a lama desceu para o meio da rua, a prefeitura logo informou que seria feita a retirada. Não foi o que aconteceu. Para complicar, uma tubulação de esgoto rompeu, se misturando à lama e provocando forte mau cheiro.

- O esgoto está correndo a céu aberto, entrando na casa das pessoas – afirma Davi. Segundo ele, vários pedidos de providências foram feitos no Saae. “Tenho mais de 10 números de protocolos no Saae, mas não é resolvido”, acrescentou.

Com a chuva do último domingo, mais um pouco de lama desceu. “A gente procura a SMI (Secretaria de Infraestrutura) e dizem que é com a Defesa Civil. A Defesa Civil diz que é com a SMI. É muito descaso. Estamos pedindo uma providência, pelo amor de Deus”, prosseguiu o empresário.

A rua é um dos acesso ao bairro Padre Josimo. Três semanas após o temporal, o FOCO REGIONAL mostrou que a situação continuava a mesma. Naquela ocasião, a SMI informou que aguardava a melhora do tempo para fazer a retirada da lama, pois havia risco de mais terra descer para a rua. Já o Saae informou, na mesma ocasião, que mandaria uma equipe resolver o problema.

Nada disso ocorreu.  Nesta terça-feira, o Saae voltou a informar que mandaria uma equipe imediatamente ao local. A SMI, por sua vez, disse que está realizando a limpeza – o que não foi confirmado pelos moradores. A Defesa Civil informou que a terra ainda está muito solta, e pode apresentar riscos à população em caso de chuva. Agora o órgão afirma que “assim que o solo estiver bem seco fará uma análise para retirar o restante da terra e recuperar o local”.  (Fotos: Davi Ferreira)

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