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Educação

Reivindicações do Colégio Militar de VR serão levadas a secretário

Deputado se reuniu com equipe da unidade

26/02/2021 14:16:39

O deputado estadual Marcelo Cabeleireiro, depois de se reunir, na quinta-feira (25), com professores do Colégio Militar de Volta Redonda e com a Associação de Moradores do Bairro Açude, vai encaminhar uma série de reivindicações que ouviu ao secretário estadual de Educação, Comte Bittencourt. Esta semana, o secretário afirmou que o colégio, ao contrário do que temem a comunidade e os professores, não será fechado.

O Colégio Militar foi inaugurado em fevereiro de 2019 por meio de um convênio firmado entre o governo do estado, a prefeitura de Volta Redonda e o Corpo de Bombeiros. O acordo prevê que o governo estadual ceda os professores, enquanto o município arca com a merenda. Já a administração é dos bombeiros. Mas, segundo os professores que participaram da reunião, não é o que vem ocorrendo.

O grupo apresentou uma série de demandas ao deputado, que vem se empenhando para evitar o fechamento. Os professores alegam, que apesar de ter sido anunciado que o colégio permanecerá aberto, ainda não foram feitas as matrículas dos alunos aprovados no processo seletivo 2021.

“O Corpo de Bombeiros é responsável por essa parte e alega que não vai efetivar as matrículas por conta da falta de professores”, disse um dos professores, que preferiu não se identificar. A associação de moradores organizou um abaixo-assinado, que está disponível no site Change.org para cobrar do governo estadual uma posição.

O deputado disse que já entrou em contato com o secretário estadual de Educação e que Comte se colocou à disposição para solucionar os problemas. Na segunda-feira (1) , o parlamentar apresentará um documento com todas as solicitações.

“A Secretaria estadual de Educação precisa oficializar a cessão de mais seis professores, o que torna possível aumentar a oferta de vagas e atender até 120 alunos. Também pedimos que o Corpo de Bombeiros disponibilize pelo menos mais três militares para auxiliarem a equipe de apoio do colégio. Já temos uma legislação que estabelece todos os critérios para o funcionamento e estrutura das escolas e, no caso do Colégio Militar, não deve ser diferente”, ressaltou o deputado, ao receber a notícia de que a unidade não dispõe de equipe pedagógica.

O grupo de professores ainda solicitou ajuda para que o prefeito Antônio Francisco Neto assine o convênio para disponibilizar a merenda. “Vou falar com o prefeito e tenho certeza que não encontraremos dificuldade nesse sentido”, afirmou o deputado.

Outra questão que será levada ao governo estadual é a possibilidade de destinar ao colégio recursos no Fundo Especial de Reaparelhamento e Modernização do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (Funebom), visto que atualmente a unidade não possui verba própria nem mesmo para compra de materiais básicos necessários para o funcionamento, ficando dependente de outras instituições.

Os professores também pediram apoio para a regularização do Colégio Militar junto ao Conselho Estadual de Educação – o que só pode ser feito se a unidade dispuser de coordenador pedagógico. “Na certeza de que o secretário, junto ao nosso governador Cláudio Castro, fará o possível para resolver essas questões, sigo lutando para garantir que o Colégio Militar funcione com excelência”, concluiu o deputado. (Foto: Divulgação)

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