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Cidades

Prefeitura e MPRJ firmam acordo para novas flexibilizações em VR

17/09/2020 19:06:49

A prefeitura de Volta Redonda e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) definiram nesta quinta-feira (17) um acordo que permitirá a flexibilização de novas atividades na cidade. A data ainda será definida – pois depende de homologação judicial – mas as partes acordaram os pontos, com a fixação de regras.

Segundo o prefeito Samuca Silva, os campos de futebol amador serão reabertos, mas os vestiários terão que permanecer fechados e os bares no entorno dos campos terão de fechar uma hora antes dos eventos e assim permanecer até uma hora depois. Já a feiras-livre voltará aos padrões de antes da pandemia, devendo manter as regras de prevenção, como uso de máscara e álcool em gel para os clientes. O setor de roupas continuará impedido de utilizar provadores. Os clubes sociais serão reabertos, também com regras de restrição.

O acordo ainda prevê a reabertura do Zoológico Municipal e a abertura do Parque Natural Municipal, com no máximo 40 visitantes pela manhã e o mesmo número à tarde. Segundo p prefeito, estas medidas estão sendo possíveis “mediante as medidas de controle” adotadas no período mais crítico da pandemia.

De acordo com Samuca Silva, uma reunião específica para salões de festas e escolas particulares está marcada para a quarta-feira da próxima semana. Os dois setores deverão apresentar ao MPRJ um protocolo para o retorno. Quanto às escolas públicas, o prefeito voltou a afirmar que as aulas não serão retomadas este ano, mas em fevereiro do ano que vem, com um cronograma de prevenção.

Quanto ao Hospital de Campanha, também já está definida a desativação, mas ainda depende de o MPRJ e a prefeitura fixarem um quantitativo de ocupação de leitos de enfermaria na rede pública. Há alguns dias o hospital, montado no Estádio Raulino de Oliveira, não tem pacientes internados.

Ele ainda deu uma satisfação sobre a distribuição de cestas básicas para famílias dos alunos da rede pública municipal. Segundo ele, foi realizada na quarta-feira (16) a licitação para a compra das cestas porque não houve acordo sobre preços com a empresa responsável pela merenda na rede municipal. Ele frisou que o valor que a prefeitura pode utilizar é o mesmo destinado à merenda.

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