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Nacional

MP denuncia estudante da UFMG acusado de cometer crimes sexuais

Foram identificadas 12 vítimas, segundo a denúncia

17/02/2020 16:50:12

Um estudante de arquitetura está sendo acusado pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) de cometer crimes sexuais contra 12 vítimas, entre os anos de 2011 e 2019. O aluno, de 30 anos, estudava na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e foi preso em dezembro do ano passado, em Contagem. Ele está detido no Presídio Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves.

As investigações apuraram que o estudante, na maioria das vezes, usava da violência física para fazer sexo sem o consentimento das vítimas. “Alguns depoimentos apontam que, em certas ocasiões, o acusado poderia ter colocado algum tipo de droga nas bebidas alcoólicas que eram oferecidas às vítimas”, informou o MPMG.

Segundo a denúncia, em outra situação, ele teria roubado o celular de uma das vítimas na tentativa de forçar um encontro sexual, ameaçando divulgar fotos íntimas que estavam no aparelho.

Ainda segundo as investigações, algumas das vítimas chegaram a ter algum tipo de relacionamento com ele.

Ainda de acordo com a denúncia, alguns dos crimes foram praticados dentro da universidade, outros em uma república estudantil, em um sítio na Região da Pampulha e na casa do acusado, em Belo Horizonte.

Para o MPMG, ao compartilhar, inclusive com colegas da universidade, e publicar fotos e vídeos das vítimas em redes sociais e sites pornográficos, “o acusado expôs todas de forma vexatória perante a sociedade”.

Segundo a denúncia, o rapaz chegava a publicar as imagens com os nomes das mulheres, o número de telefone e os endereços de contas de redes sociais de algumas delas.

Em denúncia feita pela promotora de justiça Tatiana Marcellini Gherardi, foi definido que o homem deve responder pelos crimes de estupro, abuso sexual, agressão, compartilhamento de fotografias e vídeos íntimos de terceiros em redes sociais e em sites pornográficos, armazenamento de fotografias e vídeos que continham cenas de sexo explícito e pornografia envolvendo bebês e crianças e posse de entorpecente.

Somadas as penas, o acusado pode ser condenado a mais de 40 anos de prisão. A reportagem é do jornal Estado de Minas.

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