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Nacional

Greve afeta serviços públicos em várias cidades do país

São Paulo tem maior adesão

14/06/2019 12:46:10

Diversas cidades brasileiras registram nesta sexta-feira manifestações por mais recursos para a educação e contra a reforma da Previdência. Convocada por centrais sindicais e outras entidades representativas de trabalhadores, a paralisação afeta, principalmente, o sistema de transporte público. De acordo com as centrais sindicais, estão previstos atos em mais de 300 cidades em 26 estados.

O Metrô de São Paulo ficou parcialmente paralisado devido a adesão dos trabalhadores à greve. O Metrô afirmou, por nota, que caso o serviço não seja mantido com um mínimo de 80% de operação nos horários de pico, conforme estipulado em liminar judicial, os empregados poderão sofrer sanções.

Parte do serviço de ônibus intermunicipais que atende a região metropolitana da capital também parou. De acordo com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU), a greve afetou as linhas que atendem os municípios de Guarulhos, Arujá e Itaquaquecetuba, com a interrupção das atividades em sete empresas da região.

Os ônibus e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) funcionaram normalmente. Na quarta-feira a Prefeitura de São Paulo havia obtido uma liminar na Justiça para impedir a adesão dos cobradores e motoristas à greve. A cidade também enfrentou manifestações em diversos pontos. Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os protestos interferiram na circulação de várias avenidas.

Parte dos trabalhadores do sistema bancário também aderiu à paralisação. Com isso, agências em diversas partes da cidade amanheceram fechadas. O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, afirma que a greve também atingiu centros administrativos do Banco do Brasil, Santander, Bradesco, Caixa Econômica e Itaú.

Em Curitiba, manifestantes contrários à reforma da Previdência bloquearam totalmente os dois sentidos do Contorno Sul, das 7h às 9h. Outro bloqueio ocorreu na BR-476, em Araucária, nas imediações da Petrobras. Os manifestantes interromperam o trânsito na rodovia por cerca de uma hora.

Bolsonaro comenta greve

Durante um café da manhã com jornalistas, o presidente Jair Bolsonaro disse ver o movimento como algo natural. "[Vejo] com muita naturalidade. Quando resolvi me candidatar, sabia que ia passar por isso", disse.

Sobre reforma da Previdência, alvo das paralisações de hoje, Bolsonaro voltou a defender a importância das mudanças nas regras da aposentadoria, sem as quais os empresários não terão "segurança para investir". 

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