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Estado

Estado regulamenta ‘Lei do Aço’

26/11/2020 16:53:17

O presidente da CSN, Benjamin Steinbruch; o prefeito de Volta Redonda, Samuca Silva e o deputado estadual Marcelo Cabeleireiro (DC) participaram nesta quinta-feira (26), no Rio, da solenidade de regulamentação da lei que concede incentivos fiscais às empresas do setor metalmecânico que se instalarem no estado. A solenidade foi realizada no Salão Nobre do Palácio Guanabara. A regulamentação da chamada “Lei do Aço” foi assinada pelo governador em exercício, Claudio Castro.

"Esse é um legado para o desenvolvimento econômico de todo o estado do Rio. Esse projeto foi iniciado em Volta Redonda com nosso mandato e a melhora do diálogo com a CSN. Fico feliz de ajudar, desde 2017, a fomentar este anseio de nossa região”, disse Samuca. Ele lembrou a criação do polo metalmecânico em Volta Redonda, reafirmando que sete empresas já estão com protocolo de intenção assinado para se instalarem na cidade, gerando 3,5 mil empregos.

Um dos autores da lei, juntamente com o colega Gustavo Tutuca, Marcelo Cabeleireiro destacou a regulamentação como uma vitória para o estado. “A redução da carga tributária contribui para o desenvolvimento do Médio Paraíba e de todo Rio de Janeiro”, afirmou. Também presidente da Comissão de Representação do Médio Paraíba, ele frisou que a redução da carga tributária é um dos maiores objetivos do seu mandato, pois atrai empresas de outros estados.

O governador Cláudio Castro, em seu discurso, destacou que o Polo Metalmecânico gera competitividade ao Rio de Janeiro. "Com esses incentivos, vamos atrair empresas e gerar emprego. Eu digo sempre que precisamos melhorar o ambiente para os empreendedores", disse. Em seguida, ele acrescentou: “O que estamos buscando para o Rio hoje é a competitividade, que fomos perdendo ao longo do tempo. Não me canso de repetir que o Rio de Janeiro foi extremamente prejudicado pelo pacto federativo. Dados de 2017 mostram que a cada R$ 4 arrecadados no estado, R$ 3 vão para a União. De R$ 180 bilhões de impostos federais, somente R$ 20 bilhões retornam. O nosso estado tem sido massacrado por esse pacto, mas não podemos só ficar reclamando”, alertou o governador.

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