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Saúde

Estado confirma a deputado que pretende abrir parcialmente Hospital Regional

07/12/2017 16:51:40

Em reunião com o deputado estadual Nelson Gonçalves (PSD), o secretário estadual de Saúde, Luiz Antônio, confirmou que o plano do governo do estado é de colocar em funcionamento uma parte do Hospital Regional, construído no bairro Roma, às margens da Rodovia Presidente Dutra. O secretário, no entanto, ainda não fixou prazo para a medida, que na opinião do parlamentar, vai ajudar a desafogar as filas nos hospitais da rede pública da região, em especial do São João Batista, em Volta Redonda, para onde seguem a maioria das vitimas de acidentes na Dutra. 

O deputado ressaltou que o custo do Regional é grande, mas acredita que a união dos municípios contemplados com os atendimentos, além dos apoios dos governos federal e estadual, possam ajudar na manutenção. Nelson lembrou ainda que o funcionamento do hospital se torna imprescindível para evitar a degradação do prédio, que já está pronto.

- Sabemos que a demora no funcionamento desta unidade poderá provocar a degradação do prédio, o que se tornaria mais um desperdício de dinheiro público, sem contar que nossa população sofre nas filas em busca de atendimento médico ou à espera de exames e cirurgias – ressaltou o deputado, que também é médico.

A declaração do parlamentar vem de encontro com pesquisa anunciada esta semana pelo Conselho Federal de Medicina, apontando que quase um milhão de brasileiros precisam fazer uma cirurgia e não conseguem. A entidade informou que as filas de espera chegam a até dez anos, tempo revelado por pacientes que aguardam por uma cirurgia. A situação se agrava ainda mais por conta dos prazos entre os exames pré-operatórios e a realização da cirurgia, que geralmente não ficam prontos em tempo hábil.

- As pessoas passam por uma verdadeira maratona de exames e quando concluem os mesmos, alguns já venceram e precisam ser refeitos, provocando mais atrasos na cirurgia – completou o deputado.

As cirurgias eletivas pela rede pública, aquelas sem grande urgência, segundo o Conselho, somam 904 mil pessoas na fila de espera. Boa parte delas são de catarata, hérnia, retirada de vesícula e de varizes. Embora o número seja alto, o Conselho de Medicina acredita que o total de brasileiros que aguardam por uma cirurgia, seja ainda maior. Isto porque, em alguns estados, entre eles, o Rio de Janeiro, não informaram dados sobre o assunto.  

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